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" A comunicação é algo absolutamente necessário para que haja conhecimento" (Paulo Freire)

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Lima Barreto: vida e obra

       Quarta-feira (20), foi realizada o segundo dia da oficina com o tema Mestres da Literatura com o foco no “Cronista do Brasil: Lima Barreto”, ministrada pelo professor Carlos Perdigão. A palestra começa com um breve resumo de Machado de Assis, onde fala que ele foi da mesma época que Lima Barreto, mas Machado de Assis consegue tornou-se mais reconhecido.
      Afonso Henriques de Lima Barreto mais conhecido como Lima Barreto, nasceu no Rio de Janeiro no dia 13 de maio de 1881. Foi jornalista e um dos mais importantes escritores libertários brasileiros. Era Filho de João Henriques de Lima Barreto e Amália Augusta, seu pai foi da monarquia e sua mãe filha de escravos.
      Lima Barreto sofreu na ditadura militar no governo de Floriano Peixoto e foi exilado do Rio de janeiro, estudou em 1905 no Liceu de Niterói no Rio de Janeiro e logo depois entra na Escola Politécnica de Direito, e lá se interessa pelo jornalismo.
      Além do preconceito que sofria por racismo, em 1911 aos 30 anos foi encontrado andando pelas ruas da cidade bêbado e foi um dos primeiros autores a falar sobre ruas do Rio de Janeiro. Em 1912 sai da Escola de Direitos para cuidar de seu pai que estava louco e no ano seguinte passou a escrever romances.
      A partir de 1913 escreve seu primeiro livro intitulado de “As Memórias de Isaías Caminha”, mas só com o Livro O Triste Fim de Policarpo Quaresma publicado como folhetim no Jornal o Commercio no Rio de Janeiro e só em 1915 foi publicado o livro.
      Entre os anos de 1914 a 1917 foi internado num hospício, por consequência do álcool e herdou a loucura de seu pai. Lima Barreto morreu de alcoolismo em sua casa em 1922, aos 41 anos no Rio de Janeiro.
      Esta oficina teve como objetivo mostrar aos alunos a história de uns dos Grandes Mestres da Literatura como Machado de Assis e Lima Barreto durante a Semana de Comunicação da Faculdade Cearense. Foram exibidos pelo professor textos dos autores, explicando cada ponto importante de seus significados.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Cinema e os erros imperceptíveis

Na terça-feira (19), ocorreu o segundo dia da Semana da Comunicação, e a apresentação da oficina sobre “Analise de Conteúdo Cinematográfico”, ministrada pelo professor José Enrique. Houve amostras de filmes, séries e desenhos para análise de erros que passam despercebidos pelos produtores. E por serem tão comuns as superproduções dos cinemas estrangeiros não veem. Em 10 minutos de filme são apresentados os personagens e só no decorrer das cenas que é mostrado os cotidianos de cada um deles.
 Existem quatro atos para a composição de um filme. Para analisar o protagonista: o primeiro é o equilíbrio inicial – sendo que nem sempre mostra a vida dele desde o começo da história, mas dá a entender aos espectadores que esse começo é mostrado; o segundo o problema que mostra é a aceleração da situação inicial de um acontecimento; o terceiro é a complicação e resolução do problema em que o protagonista vive, daí é solucionado esse problema para o encerramento da história, como no último ato que é desfecho da situação em que a cena é transmitida pelo ator principal.
Segundo o professor Enrique “os erros dos filmes são imperceptíveis ao primeiro contato”, pois o desfecho da história prende atenção das pessoas, nem mesmo os grandes produtores deixam escapar erros que são considerados pequenos, mas que não deveriam ocorrer devido a grande tecnologia que é usada para o cinema, mesmo assim ainda existem essas pequenas falhas técnicas.
Esta oficina teve como objetivo analisar os filmes apresentados pelo professor e descobrir os erros contidos nas cenas. Esses defeitos eram identificados a partir dos quatro atos estudados sobre o protagonista.